E se foi...
Era mais uma noite
Uma noite qualquer
E se foi...
Era tarde
Dia findo
Noite clara
E se foi...
E se foi mais um dia
E se foi mais uma tolice
E se foi mais um ardor
E se foi mais uma criancice
E se foi...
Sim , se foi
Se foi a oportunidade
Apenas se foi...
Apenas se foi...
Apenas foi bobeira
Apenas foi decepção
Apenas se foi...
E quando a pena se for
Restara o que for
Ainda haverá uma aurora
Apenas se for amor
Poesia
segunda-feira, 21 de março de 2016
quinta-feira, 11 de junho de 2015
O que é Loucura?
O que é loucura?
Loucura é não amar
É não beijar
É não se apaixonar
O que é loucura?
Loucura é deixar de ser criança
É não sorrir por tolices
É não brindar a simplicidade
O que é loucura?
Loucura é não ser louco
É não ser ridículo
É não ser sensível
O que é loucura?
Loucura é racionalizar demais
É formatar demais
É padronizar demais
O que é loucura?
Loucura é complexar
É intelectualizar
É martirizar
O que é loucura?
Loucura é não elogiar-te
É não admirar-te
É não amar-te
O que é loucura?
Loucura é deixar-te
É afastar-te
É abandonar -te
Loucura é não amar
É não beijar
É não se apaixonar
O que é loucura?
Loucura é deixar de ser criança
É não sorrir por tolices
É não brindar a simplicidade
O que é loucura?
Loucura é não ser louco
É não ser ridículo
É não ser sensível
O que é loucura?
Loucura é racionalizar demais
É formatar demais
É padronizar demais
O que é loucura?
Loucura é complexar
É intelectualizar
É martirizar
O que é loucura?
Loucura é não elogiar-te
É não admirar-te
É não amar-te
O que é loucura?
Loucura é deixar-te
É afastar-te
É abandonar -te
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Amar é o que há
Poesia, música, amor
Qual a diferença?
Não sei se dom ou maldição
Nem mesmo se há quem tenha esse poder
Ahhh o poder de diferenciar
Diferenciar vida da arte
Ficção do amor
Amor da arte
Em belas e suaves melodias
Se esvai como a dor vazia
Como o barulho oco do amor
Como o sonho simples do querer
O mais belo romance
Apenas lá na tela
Ao som da melodia
Como pode ser tão simples levitar?
Linguagens diversas
Sons magníficos
Mas nenhuma palavra poderá
Jamais poderá expressar
Ao som de ondas
À luz do sol
A quentura do ar
Apenas amar é o que há
Qual a diferença?
Não sei se dom ou maldição
Nem mesmo se há quem tenha esse poder
Ahhh o poder de diferenciar
Diferenciar vida da arte
Ficção do amor
Amor da arte
Em belas e suaves melodias
Se esvai como a dor vazia
Como o barulho oco do amor
Como o sonho simples do querer
O mais belo romance
Apenas lá na tela
Ao som da melodia
Como pode ser tão simples levitar?
Linguagens diversas
Sons magníficos
Mas nenhuma palavra poderá
Jamais poderá expressar
Ao som de ondas
À luz do sol
A quentura do ar
Apenas amar é o que há
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
O tempo...
O tempo, ahh o tempo...
A aflição que dele emana
A dor que ele proporciona
A dor que ele próprio cura
Cedo à mente o dia vindouro
De tarde metade dos planos fundidos
Mudou-se tudo
Mudou-se os planos
Como que reflexo no espelho
Refletindo a mente e o coração
As dores marcadas em vidros nulos
Sempre a reflexão
Romances, ahh os romances
Músicas e letras...
Livros e amores...
Como a vida é bela
Não há como exprimir tamanha é
Profundidade que exala o pensar
Pensar que exala o que é sentir
Sentir que faz o que somos
De puros romances cobrem a mente
As ideias mil que cerceiam o agora
Nem sei o que pensar
Nem sei o que escrever
A falta de palavras
Comum não é, mas...
A falta de palavras
É a palavra mais perfeita
A aflição que dele emana
A dor que ele proporciona
A dor que ele próprio cura
Cedo à mente o dia vindouro
De tarde metade dos planos fundidos
Mudou-se tudo
Mudou-se os planos
Como que reflexo no espelho
Refletindo a mente e o coração
As dores marcadas em vidros nulos
Sempre a reflexão
Romances, ahh os romances
Músicas e letras...
Livros e amores...
Como a vida é bela
Não há como exprimir tamanha é
Profundidade que exala o pensar
Pensar que exala o que é sentir
Sentir que faz o que somos
De puros romances cobrem a mente
As ideias mil que cerceiam o agora
Nem sei o que pensar
Nem sei o que escrever
A falta de palavras
Comum não é, mas...
A falta de palavras
É a palavra mais perfeita
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Fuga...
Razão ou Emoção?
Quão profundo é ser
Como se mostrar de verdade?
Lutar pelo real
Simplesmente fatal
Não há em peito algum
Em colo nenhum há de se achar
O encanto da compreensão
A sublime voz da razão
Maniqueísmo eterno
Dualismo profundo
Essa força julgadora
Decidir, machucar é o que há
Sempre solitário
Pensamentos e canções
Letras, palavras, nações
Há razão ou emoção?
Como se mostrar de verdade?
Lutar pelo real
Simplesmente fatal
Não há em peito algum
Em colo nenhum há de se achar
O encanto da compreensão
A sublime voz da razão
Maniqueísmo eterno
Dualismo profundo
Essa força julgadora
Decidir, machucar é o que há
Sempre solitário
Pensamentos e canções
Letras, palavras, nações
Há razão ou emoção?
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Como Lobo Solitário
Ausente da matilha
Lobo solitário foge
Ao cume que busca
Uiva como mudo
Na solidão em meio a muitos
Encontra-o apenas em si a completude
Como quem é inferior o vêem
como quem confunde-se se vê
Na imensidão do céu azul
Reflete-se o brilho
O eco que lhe faz companhia
A solidão que o consola
Por vezes a sina se lhe impõe:
"Como um lobo solitário deve viver"
As amizades o cercam e amores também
Mas nenhuma é capaz de atingí-lo
No retorno do silêncio
No retorno da memória
No porvir do que já foi
No amor que já não há
conceitos em sua pequena mente
Rodear é o que há
Das marcas vividas
Mostra-se os sonhos alcançados
Da fragilidade do sentir
Da complexidadde do pensar
Do perdão por viver
Da dor de não te ter
Lobo solitário foge
Ao cume que busca
Uiva como mudo
Na solidão em meio a muitos
Encontra-o apenas em si a completude
Como quem é inferior o vêem
como quem confunde-se se vê
Na imensidão do céu azul
Reflete-se o brilho
O eco que lhe faz companhia
A solidão que o consola
Por vezes a sina se lhe impõe:
"Como um lobo solitário deve viver"
As amizades o cercam e amores também
Mas nenhuma é capaz de atingí-lo
No retorno do silêncio
No retorno da memória
No porvir do que já foi
No amor que já não há
conceitos em sua pequena mente
Rodear é o que há
Das marcas vividas
Mostra-se os sonhos alcançados
Da fragilidade do sentir
Da complexidadde do pensar
Do perdão por viver
Da dor de não te ter
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